Rede Social LinkedIn

 

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Rede Social LinkedIn

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
LinkedIn
Razão social LinkedIn Corporation Inc.
Subsidiária
Slogan Relationships Matter
Atividade Internet
Fundação 28 de dezembro de 2002 (18 anos)
Mountain View, na Califórnia, nos 22px Flag of the United States.svg Rede Social LinkedIn Estados Unidos
Fundador(es) Reid Hoffman
Allen Blue
Konstantin Guericke
Eric Ly
Jean-Luc Vailant
Sede Mountain ViewCalifórnia, nos
22px Flag of the United States.svg Rede Social LinkedIn Estados Unidos
Área(s) servida(s) 23px Newworldmap.svg Rede Social LinkedIn Mundo
Proprietário(s) Microsoft
Pessoas-chave Reid Hoffman (Chairman)
Jeff Weiner (CEO)
Empregados 20.104 (2020)
Empresa-mãe Microsoft Gaming and Entertainment
Lucro Aumento US$ 927 milhões (2012)[1]
Posição no Alexa 29 ()
Website oficial http://www.linkedin.com/

LinkedIn é uma rede social de negócios fundada em dezembro de 2002 e lançada em 5 de maio de 2003.[2] É comparável a redes de relacionamentos, e é principalmente utilizada por profissionais com o intuito de apresentar suas aptidões, de uma forma que outros profissionais da mesma empresa possam endossar, dando credibilidade ao conteúdo.

Em novembro de 2007, tinha mais de 16 milhões de usuários registrados, abrangendo 150 indústrias e mais de 400 regiões econômicas (como classificado pelo serviço). Em janeiro de 2015, Linkedin possuía mais de 347 milhões de usuários registrados em mais de 200 países e territórios. O site está disponível em inglêsfrancêsalemãoitalianoportuguêsespanholromenorussoturco e japonês. A Quantcast relatou que LinkedIn possui, mensalmente, 21,4 milhões de visitantes únicos nos ultimo anos,6 milhões pelo mundo. Em Junho de 2011, LinkedIn tinha 33,9 milhões de visitantes únicos, apesar de ter reduzido o número de contratos firmados em 2015.[3]

Rede Social LinkedIn em 2013, chegou ao número de mais de 238 milhões de usuários. Os países que mais utilizam o Linkedin são: Estados Unidos, com 84 milhões de usuários; Índia, com 21 milhões de usuários; e Brasil, com quinze milhões de usuários.[4]

Já em 13 de junho de 2016, a Microsoft adquiriu a empresa Linkedin por US$ 26,2 bilhões, sendo a maior aquisição da Microsoft.[5]

Jeff Weiner, que trabalha no LinkedIn desde 2008, fundado pelo Reid Hoffman, levou adiante essa empresa depois de anos fracos. Orientou os rumos da firma aos talentos corporativos e sua gestão permitiu que a rede fosse cotada na bolsa de valores em 2011 com um resultado glorioso – à diferença de seu rival, o Facebook.[6]

A Corporação

300px Linked in Headquarters Rede Social LinkedIn

Sede da LinkedIn em Stierlin Court, em Mountain View, na Califórnia

O atual diretor da LinkedIn é Jeff Weiner, enquanto o seu antigo diretor e também fundador da empresa, Reid Hoffman, que já foi Vice-Presidente Executivo da PayPal, permanece como presidente de produto e presidente do conselho. A LinkedIn está sediada em Mountain View, na Califórnia, e é financiada por GreylockSequoia Capital,[7] Bessemer Venture Partners, e European Founders Fund. A LinkedIn passou a ser rentável em Março de 2006.

Recursos Web

O principal propósito do site é permitir que usuários registrados possam manter uma lista detalhada de contatos de pessoas que eles conheçam e em quem confiem. As pessoas nessa lista são chamadas de conexões. Os usuários podem convidar qualquer um (seja um usuário do LinkedIn ou não) para tornar-se uma conexão. Esta lista de conexões pode, então, ser usada de vários modos:

  • Uma rede de contatos acumulada, constituída de suas ligações diretas, de segundo grau, terceiro grau e assim por diante facilitam o conhecimento de profissionais através de seus contatos mútuos.
  • Isso pode ser usado para encontrar trabalhos, pessoas e oportunidades recomendadas por qualquer um na sua rede de contatos.
  • Os empregadores podem listar trabalhos e buscar por candidatos potenciais.
  • Todos os candidatos a emprego podem rever o perfil de contratação e descobrir qual dos seus contatos existentes poderia apresentá-lo aos empregadores.

O recurso LinkedIn Answers,[8] semelhante ao Google Answers ou Yahoo! Answers, permite aos usuários do LinkedIn fazerem perguntas e obterem respostas da comunidade. O LinkedIn Answers é gratuito e as principais diferenças entre os dois serviços previamente mencionados são o tipo de questões, potencialmente mais orientadas para negócios, e o fato de os usuários, tanto os que fazem as perguntas como os que respondem se encontrarem identificados.

Modelo do domínio

600px Metamodel Linkedin Rede Social LinkedIn

Modelo do domínio LinkedIn

diagrama à direita, em Unified Modeling Language, representa um subconjunto das informações geridos pelo LinkedIn. Ele dá uma panorâmica geral das principais entidades, relações e campos armazenados pelo sistema. Por exemplo: o diagrama mostra quais campos estão associados à noção de posição, solicitação de recomendação, educação e assim por diante. Note que esta é um diagrama conceitual: ele descreve os conceitos em vez da execução e dos detalhes do banco de dados.

Falso site LinkedIn usado pela Sede das Comunicações Governamentais

Sede das Comunicações Governamentais (Government Communications Headquartersbritânica usou páginas falsas do LinkedIn para atingir seu alvo principal: engenheiros de companhias a serem penetradas.[9] De acordo com uma apresentação feita pelo GCHQ e revelada por Edward Snowden, a inteligência britânica começou por identificar os funcionários que trabalhavam na manutenção de rede e segurança da empresa de telecomunicações. Em seguida, eles determinaram que os potenciais alvos tinham utilizado o site LinkedIn ou Slashdot, um popular site de notícias na comunidade de tecnologia da informação.

Engenheiros como Alvos Principais

Os computadores desses “candidatos” foram, então, infectados com malware de computador que tinha sido colocado usando a tecnologia de infiltração da agência de inteligência conhecida como “Quantum Insert”, que permitiu que os espiões do Government Communications Headquarters (GCHQ) se infiltrassem profundamente na rede interna Belgacom[10] e de sua subsidiária BICS, que opera um sistema chamado roteador GRX. Este tipo de roteador é necessário quando os usuários fazem chamadas ou para se conectar quando usam seus telefones celulares no exterior.

Questões de Privacidade

Não membros podem verificar se a pessoa é ou não um membro. Desde Agosto de 2007, esse recurso pode ser desativado.

Desde Outubro de 2006, não existe modo automatizado para remover-se do LinkedIn. O método oficial é contactar o suporte técnico.[11]

Sites com recursos semelhantes

Existem muitos websites que oferecem redes de negócios online, incluindo FreePeopleSearchToolEbuddy, Doostang, XING, Plaxo, Yahoo!, Kickstart e, ultimamente crescendo exponencialmente, o Facebook. O LinkedIn Answers é comparável ao Yahoo Answers. Vários websites tais como CareerBuilder.com, Trampos.co[12] e Monster.com têm funções para busca de empregos. Vários websites têm sistemas de reputação e redes de relacionamento social.

Venda para Microsoft

Em comunicado oficial no dia 13 de junho de 2016, a Microsoft afirmou que pagou US$ 196 por ação ao Linkedin, totalizando US$ 26, 2 bilhões.[13] De acordo com o documento, a rede social “manterá sua marca, cultura e independência”, e seu atual CEO, Jeff Weiner, será mantido no cargo, reportando-se diretamente a Satya Nadella, CEO da Microsoft. A compra foi aprovada por unanimidade pelos Conselhos de Administração de ambas as empresas.[14]

Segundo a Microsoft, o ritmo de crescimento e a diversificação de produtos do Linkedin foram essenciais para chamar a atenção da criadora do Windows. Em números apresentados pela empresa, a rede social corporativa vem apresentando uma média de crescimento de 19% ano a ano, com mais de 433 milhões de membros cadastrados.[15]

Além disso, são 105 milhões de unique visitors – visitantes únicos – por mês (um crescimento de 9% ano a ano), maior engajamento em seu aplicativo mobile, sendo 60% do total de acessos e um crescimento de 34% no número depage views – 45 bilhões de visualizações no último trimestre. Houve ainda um crescimento de 101% no número de anúncios de empregos ativos com sete milhões de vagas.[15]

Commons possui uma categoria com imagens e outros ficheiros sobre LinkedIn

Ver também

Referências

  1.  SEC (1 de fevereiro de 2012). «Financial Statement LinkedIn Corp». Securities and Exchange Commission. Consultado em 1 de fevereiro de 2012
  2.  «Linked-In – Profile». alarm:clock. 6 de agosto de 2004
  3.  LinkedIn’s Online Job Postings May Be Worst Since 2009
  4.  «”Linkdin atinge 15 milhões de usuários no Brasil”»Revista Exame. Abril. Consultado em 31 de Janeiro de 2014
  5.  «Microsoft compra a rede social LinkedIn por US$ 26,2 bilhões»G1. Globo. 13 de junho de 2016. Consultado em 19 de novembro de 2020
  6.  Rafael Novaes, em “Mini-CV Jeff Weiner”,http://www.psafe.com/blog/mini-cv-jeff-weiner/
  7.  «Press Release about Sequoia Capital Investing in LinkedIn». Consultado em 14 de novembro de 2007
  8.  «LinkedIn Answers unlocks the world’s best source of business knowledge: trusted professionals»
  9.  SPIEGEL ONLINE: GHCQ Targets Engineers with Fake LinkedIn Pages – SPIEGEL ONLINE
  10.  SPIEGEL ONLINE: Belgian Prime Minister Angry at Claims of British Spying – SPIEGEL ONLINE
  11.  «LinkedIn privacy policy». sessão “Accessing and Changing Your Account Information”
  12.  Neon (19 de outubro de 2016). «Você encontra o seu futuro profissional no Trampos – timeneon»Medium (em inglês). Consultado em 26 de junho de 2019
  13.  «Microsoft compra LinkedIn»G1. Globo. Consultado em 13 de junho de 2016
  14.  «Microsoft anuncia compra do LinkedIn por US$ 26,2 bilhões». Zero Hora. 13 de junho de 2016. Consultado em 18 de junho de 2016
  15. ↑ Ir para:ab Alexandre Lima. «Microsoft acabou de comprar o LinkedIn por U$ 26,2 bilhões». Windowsteam. Consultado em 18 de junho de 2016

Ligações externas

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
Wikinotícias Notícias no Wikinotícias

Rede Social LinkedIn

  • FUNDAÇÃO

    Califórnia, Estados Unidos, em 05 de Maio de 2003

  • SEDE

    Califórnia, Estados Unidos

O LinkedIn foi lançado por Reid Hoffman no dia 5 de maio de 2003 e comprado pela Microsoft em 2016. Atualmente, a empresa é liderada por Jeff Weiner e é considerada a maior rede profissional do mundo, com, aproximadamente, 550 milhões de usuários em 200 países.

A receita do LinkedIn provém da venda de publicidade, soluções de recrutamento e das assinaturas dos usuários da rede. A plataforma conta, também, com um canal de aprendizado online, onde os profissionais podem desenvolver e atualizar suas habilidades.

De acordo com a companhia, a missão do LinkedIn é conectar profissionais de todo o mundo, focando o crescimento de suas carreiras. Para isso, a empresa busca criar oportunidades para os colaboradores dos mais diferentes setores.

O Brasil está em terceiro lugar em número de usuários cadastrados na plataforma, atrás apenas dos Estados Unidos e da Índia. Segundo dados da companhia, há cerca de 30 milhões de brasileiros usando o LinkedIn.

O que é o LinkedIn? Com mais de 300 milhões de membros, o LinkedIn é a maior rede social profissional que existe. Assim como as outras mídias sociais – Facebook, por exemplo – também possibilita interação. O diferencial é que, nessa rede social, essas interações podem influenciar a carreira, positiva e negativamente. Afinal, como funciona o LinkedIn?

A plataforma tem diversas finalidades e, atualmente, um papel considerável nas contratações. Em uma pesquisa de 2014, realizada pela empresa de softwares de contratação Jobvite, 79% dos recrutadores entrevistados disseram já ter contratado através do LinkedIn.

À medida em que a tecnologia toma cada vez mais espaços nas relações sociais e até nos processos de contratação, é de se esperar que a comunidade e o contato profissional no LinkedIn cresçam.

Como funciona o LinkedIn?

Em muitos aspectos o LinkedIn é similar ao Facebook, mas seu teor o diferencia em alguns pontos. Enquanto utilizar a rede, é importante ter em mente que se trata de um meio profissional e levar isso em conta desde o cadastro.

O primeiro passo é fazer um perfil. Nele, constam dados pessoais, de contato, informações acadêmicas e profissionais. É possível adicionar um resumo sobre sua carreira, links para um site ou blog e anexar publicações externas. Abaixo selecionamos algumas dicas para alavancar seu perfil nas buscas.

Depois de completar o perfil, é o momento de procurar por “conexões”, como são chamados os contatos. Nesse ponto, adicione quem você conhece diretamente e quem gostaria de conhecer. O ideal é focar em pessoas ligadas ao ramo, indústrias e empresas em que você está ou queria estar.

Para o que serve o LinkedIn? As principais funções da plataforma

Networking

Não importa em que momento profissional você esteja, é importante manter sua rede de contatos aquecida. O LinkedIn é uma ótima ferramenta para isso.

Utilize-o para conversar com seus conhecidos, parabenizá-los por novos empregos e trocar informações.

Mas não é só isso: faça novas conexões. Procure pessoas que seriam uma boa adição ao seu network. Uma das formas é investigar em grupos ligados ao seu setor ou profissão.

Fortalecer sua credibilidade profissional

Na medida em que a plataforma é consultada por tantos contratantes, ela pode te ajudar a se estabelecer como profissional. Para isso, também aproveite as comunidades que o LinkedIn oferece. Nelas, não só é possível adquirir informações, mas postar e interagir com os outros.

Em cada perfil há espaço para recomendações, que você pedir a colegas, antigos chefes, etc. Elas ficam visíveis e podem contribuir para uma boa impressão a quem visita sua página.

O principal, para fortalecer sua credibilidade utilizando a rede, é demonstrar atividade de qualidade (curtir e publicar bons textos, contatos fortes, etc.) e manter o perfil atrativo e atualizado.

Leia também: Como usar o Quora a favor da carreira

Procurar emprego

Como já mencionamos, muitos recrutadores conferem os perfis dos candidatos na rede. Por isso, entender como funciona o LinkedIn e ter o perfil em dia, além de manter uma rede sólida de contatos e credibilidade fortalecida é indispensável.

Para que te encontrem com facilidade, garanta que seu perfil é visível alterando nas configurações. Aqui, outra dica é colocar palavras-chave (ou expressões) que são relevantes em sua área de atuação, indústria ou setor. Quanto mais keywords fortes, mais fácil será para achá-lo na rede.

Se você quer procurar emprego, use a aba “Vagas”. Lá, é possível pesquisar por localidade, função, setor e até salvar a busca.

Dicas para ter um perfil bom e com destaque nas buscas

1. Coloque foto

Perfis com foto são quatorze vezes mais vistos. O retrato não precisa ser necessariamente formal, mas deve levar em conta seu meio de trabalho e, principalmente, sua identidade. Foque em imagens neutras ou em contexto adequado.

2. Invista em um bom resumo

Para criar o resumo, que fica no topo do seu perfil, busque responder as seguintes perguntas (em poucas linhas):

  • O que já fez?
  • O que gosta de fazer?
  • Quais suas experiências mais importantes?

3. Preencha todas as seções possíveis

Não se esqueça de campos como causas, organizações filantrópicas e projetos de voluntariado. As empresas também observam esta parte, e ela pode ser um diferencial.

4. Personalize sua URL

Personalizar o endereço (URL) faz com que seu perfil apareça antes no Google. Isso porque ao customizar o link, você ganha uma assinatura mais concisa e sobe nas pesquisas. Para editar, selecione o ícone de ajuste ao lado da URL que o LinkedIn disponibiliza, logo abaixo da foto.

5. Publique textos

O Brasil foi o segundo país a receber a ferramenta de postagens do LinkedIn, em abril de 2015. A ideia é transformar seu perfil em um blog. Se bem feitos, seus escritos podem se tornar conhecidos entre suas conexões, as conexões delas e assim por diante, transformando-o em um “Influencer”. Lembre-se sempre que o LinkedIn é uma rede profissional e publique o que for adequado.

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